Vida depois dos Humanos (parte 9/9)
Se toda a criação da humanidade se desentegrar , e nem deixar rastro! O que esperar da minha criação! Virará pó rapidamente.
O que traz conforto é que a vida sempre se refaz e ganha novos caminhos apesar da destruição.
Assim é todo estado de impermanencia. A fragilidade e atemporalidade da criação.
Somente a vida permanece, seja ela qual for!
CANTÃO DE BORACEIA - FOTO ROSELI JAN/10 - AONDE RESIDE O MEU CORAÇÃO
O DASA MAHAVIDYA ENTRA NUM FLUXO DE REEDIÇÃO.AO RELER VÁRIOS ESCRITOS AQUI POSTADOS, FICO PASMA E ENVERGONHADA. TOMO CONSCIÊNCIA DA DIMENSÃO DE MINHAS FACETAS DE MULHER. ALGUMAS BRILHANTES , OUTRAS TENEBROSAS.ENFIM PRESERVO AS TENEBROSAS, POIS NINGUÉM FOGE DO QUE É. E QUEM SABE AO REMEXER NESTES CASTELOS DE AREIA, EU ENFIM CONSIGA SARAR AS MINHAS FERIDAS.
QUANDO ALGO DEIXA DE EXISTIR ....NÃO HÁ O QUE DESCREVER....RESTA A LEMBRANÇA....QUE CADA UM PRESERV
DASA MAHAVIDYA - KAMLA
O DASA MAHAVIDYA
livro de areia
atemporal
tal qual as minhas lembranças.
livro de areia
atemporal
tal qual as minhas lembranças.
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domingo, 23 de agosto de 2009
sábado, 22 de agosto de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
O primeiro encontro
Diante do final só aquele que tem olhos e reconheço o endereço de suas visões, ultrapassa o primeiro portal da morte.
Reconhece as ilusões, produções dos apegos , resquicios de misérias humanas.
A negação da visão da morte, seja a morte da carne ou as mortes diárias enfretadas no cotidiano, nos faz aprisiona da eterna dor e no medo da perda.
Ultrapasso o estagio das tormentas mentais , revejo as ilusões de minhas criações.
Resta aceitar, resignar-me e seguir por este caminho, e habitar os vales da pós-morte. Sem me esquecer do que EU SOU, único companheiro desta jornada, guia que me assegura o renascimento. E desta vez vou escolher aonde quero renascer.
Esperança do final desta jornada, agora resta viver o pós morte.
Ilusões....Ilusões...ilusões
Reconhece as ilusões, produções dos apegos , resquicios de misérias humanas.
A negação da visão da morte, seja a morte da carne ou as mortes diárias enfretadas no cotidiano, nos faz aprisiona da eterna dor e no medo da perda.
Ultrapasso o estagio das tormentas mentais , revejo as ilusões de minhas criações.
Resta aceitar, resignar-me e seguir por este caminho, e habitar os vales da pós-morte. Sem me esquecer do que EU SOU, único companheiro desta jornada, guia que me assegura o renascimento. E desta vez vou escolher aonde quero renascer.
Esperança do final desta jornada, agora resta viver o pós morte.
Ilusões....Ilusões...ilusões
domingo, 26 de abril de 2009
Amputações da alma

Tanto para dizer, tanto que já foi dito ..... e agora abro esse espaço e o vejo esquartejado.
Amputado, alejado em sua existencia !
No cotidiano encontro pessoas, ações, desejos, sentimentos mutilados.
Quem sabe sejam estes os motivos que movem a desejar somente dormir . Permanecer lá em minha cama, mergulhada em minha mente, em meus sonhos e pesadelos.
Concebo a morte assim !
Constato eu já morri!
O livro Tibetano dos Mortos, descreve a nossa trajetoria pós-morte , as várias dimensões e tarefas que nos defrontamos até o renascimento. Assim encontro-me diante de meu primeiro
desafio pós-morte.
Atormentada , imundada pelas lembranças, pela vida desgutada deparo-me com a constatação
de meu falecimento. Não estou morribunda, isto não é um coma, é a morte.
Amputado, alejado em sua existencia !
No cotidiano encontro pessoas, ações, desejos, sentimentos mutilados.
Quem sabe sejam estes os motivos que movem a desejar somente dormir . Permanecer lá em minha cama, mergulhada em minha mente, em meus sonhos e pesadelos.
Concebo a morte assim !
Constato eu já morri!
O livro Tibetano dos Mortos, descreve a nossa trajetoria pós-morte , as várias dimensões e tarefas que nos defrontamos até o renascimento. Assim encontro-me diante de meu primeiro
desafio pós-morte.
Atormentada , imundada pelas lembranças, pela vida desgutada deparo-me com a constatação
de meu falecimento. Não estou morribunda, isto não é um coma, é a morte.
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