PARTE 5
CANTÃO DE BORACEIA - FOTO ROSELI JAN/10 - AONDE RESIDE O MEU CORAÇÃO
O DASA MAHAVIDYA ENTRA NUM FLUXO DE REEDIÇÃO.AO RELER VÁRIOS ESCRITOS AQUI POSTADOS, FICO PASMA E ENVERGONHADA. TOMO CONSCIÊNCIA DA DIMENSÃO DE MINHAS FACETAS DE MULHER. ALGUMAS BRILHANTES , OUTRAS TENEBROSAS.ENFIM PRESERVO AS TENEBROSAS, POIS NINGUÉM FOGE DO QUE É. E QUEM SABE AO REMEXER NESTES CASTELOS DE AREIA, EU ENFIM CONSIGA SARAR AS MINHAS FERIDAS.
QUANDO ALGO DEIXA DE EXISTIR ....NÃO HÁ O QUE DESCREVER....RESTA A LEMBRANÇA....QUE CADA UM PRESERV
DASA MAHAVIDYA - KAMLA
O DASA MAHAVIDYA
livro de areia
atemporal
tal qual as minhas lembranças.
livro de areia
atemporal
tal qual as minhas lembranças.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
Amputações da alma

Tanto para dizer, tanto que já foi dito ..... e agora abro esse espaço e o vejo esquartejado.
Amputado, alejado em sua existencia !
No cotidiano encontro pessoas, ações, desejos, sentimentos mutilados.
Quem sabe sejam estes os motivos que movem a desejar somente dormir . Permanecer lá em minha cama, mergulhada em minha mente, em meus sonhos e pesadelos.
Concebo a morte assim !
Constato eu já morri!
O livro Tibetano dos Mortos, descreve a nossa trajetoria pós-morte , as várias dimensões e tarefas que nos defrontamos até o renascimento. Assim encontro-me diante de meu primeiro
desafio pós-morte.
Atormentada , imundada pelas lembranças, pela vida desgutada deparo-me com a constatação
de meu falecimento. Não estou morribunda, isto não é um coma, é a morte.
Amputado, alejado em sua existencia !
No cotidiano encontro pessoas, ações, desejos, sentimentos mutilados.
Quem sabe sejam estes os motivos que movem a desejar somente dormir . Permanecer lá em minha cama, mergulhada em minha mente, em meus sonhos e pesadelos.
Concebo a morte assim !
Constato eu já morri!
O livro Tibetano dos Mortos, descreve a nossa trajetoria pós-morte , as várias dimensões e tarefas que nos defrontamos até o renascimento. Assim encontro-me diante de meu primeiro
desafio pós-morte.
Atormentada , imundada pelas lembranças, pela vida desgutada deparo-me com a constatação
de meu falecimento. Não estou morribunda, isto não é um coma, é a morte.
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